Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Vamos lá ter um bebé!

Achavam que iam encontrar resposta para os dramas da maternidade? Não! Este blog conta a experiência de 2 pais inexperientes que ainda estão aprender a diferença entre body e babygrow. Prometemos doses de riso e muito amor!

O drama da amamentação.

Sou a favor da amamentação, mas para quem o queira fazer. Faz-me alguma comichão haver tantas pessoas com largaaaas dissertações sobre o tema e que acabam por categorizar uma mãe pela quantidade de mamadas que ela deu, dá ou vai dar.

 

Desde os mais práticos aos mais teóricos e emocionais, são gigantes os benefícios do leite materno o que me leva a querer com muita força ultrapassar as famosas dores e desconfortos iniciais para dar de mamar à minha filha nos primeiros meses.

Mas como nem sempre é possível dar de mamar, por todas as razões e mais algumas (o leite não sobe, não desce, faz feridas, não consegue, não quer, não é UCAL, não é de soja, etc..), temos de encarar a outra opção com mais tranquilidade e menos julgamento para quem de certeza quer o melhor possível para os seus filhos.

 

A gravidez no geral e especialmente na altura do nascimento já é suficientemente dura e emocional para as mães para ainda ter os/as vários/as filósofos/as de bolso a julgar esta e aquela por querer ou nao querer amamentar os seus filhos.

Frases como "só quem amamenta tem uma ligação especial com o bebé" podem ser devastadoras para uma mulher que acabou de pôr uma criança no mundo, tem as hormonas viradas ao contrário e simplesmente não está a conseguir lidar com o processo de dar de mamar. É porque não somos todos iguais!

 

É importante também sublinhar que os primeiros 6 meses de alimentação de uma criança são o que o próprio nome indica "os primeiros 6 meses" e ainda resta uma vida inteira de educação alimentar que parece ser muito mais influente e muita gente nem lhe dá o devido valor nem sequer para si mesmo. 

Já sei que saímos do trabalho cada vez mais tarde, que a emancipação da mulher está no auge, bla bla bla whiskas saquetas, e que isto tudo torna a vida mais dificil, mas é mesmo importante tratarmos da alimentação que temos em casa. Devemos aprender a cozinhar e a escolher os nossos legumes, carnes, frutas, etc. É um facto muito conhecido que os potes de purés de fruta estão recheados de açúcar e conservantes e não são assim tão dificeis de fazer. As sopas que não são feitas em casa penso que já vêm mastigadas e tudo (é útil porque poupa imenso no tempo e no dentista mas..). As bolachas querem-se com formas divertidas (eu também adoro comer uma cabeça de Mickey ou um mini rinoceronte, é um grande empowerment) mas a grande maioria está carregada de açúcares.

 

Adiante e controlando as minhas hormonas revolucionárias, seja qual for o método de alimentação escolhido, há mães e mães, há bebés e bebés. No final o que importa é que uma mãe feliz faça um bebé feliz porque o que queremos é que ser mãe não seja mais stressante do que naturalmente é.

download.png

A mãe. (Com algumas correções do Pai que visaram o controlo das hormonas da gravidez!)

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub